EM BUSCA DA SABEDORIA

Minha vida é como um livro, cada dia uma página, a cada hora um novo texto, a cada minuto uma palavra, e neste segundo o benefício das plantas que fazem milagres, não será por acaso que quando se constrói uma casa, pouco tempo depois, começam a nascer as plantas que
Fazem a nossa vida ter sentido. Em cada uma delas trás um significado e que se chama de mezinha, é com elas que vamos atenuando e até curando os males do corpo e da alma. Foi por este motivo que dei a este blogue o Milagre da Plantas.

enfeite da apresentação

sábado

AMIEIRO-NEGRO



Frangula alnus mil.
Sanguinheiro -de-água, frângula,
Zangarinho, sangarinheiro, sangurinheiro
Sanguinheiro, fúsaro.


Ramnáceas

O amieiro-negro agrupa-se em formações
Pouco densas nas matas húmidas e próximo
De pegos ou pântanos. Deve à fragilidade
Dos ramos o nome do género do latim fran-
Gere, partir esta. Esta planta apresenta semelhan-
ças com o escambroeiro e o álamo. É, todavia, um
arbusto fácil de reconhecer pelas suas folhas ovaladas
marcadas na página inferior por 8 a 12 pares de nervu-
ras salientes e paralelas, e pelos seus frutos vermelhos,
do tamanho de ervilhas, que na maturação se tornam
negros. Ignorando ou menosprezado na Antiguidade,
o amieiro-negro, é citado pela primeira vez num texto
de Pietro Crescenzi, agrónomo italiano dos inícios do
século XIV. Dois séculos mais tarde, Mattioli codifica
o seu uso com indicação especial de não utilizar a
droga fresca. A parte utilizada é a segunda casca
interior, seca, reduzida a pó e tamisada. Se os modos
de utilização e a posologia forem cumpridos, a sua acção
laxativa é constante e inofensiva.
Não comer a drupa; só utilizar a casca após um ano de
Secagem. 


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